
En la edición del 18 de Febrero del 2011 de la revista Tabu del periodico portugués SOL, sale una foto de Zapatero que le ilustra perfectamente. Que la disfrutéis.
Este blog serve para expelir a bílis que sempre é mais saudável que ter uma úlcera.
La investigación del CPCSIS, publicada esta semana, revela que la pista israelí, avanzada por EL PAÍS el 30 de marzo de 2003, ha concentrado la mayor atención de los investigadores, aunque no llega a ninguna conclusión por la falta de colaboración de las instituciones. El CPCSIS, activo desde 1993, controla la agencia de inteligencia civil Seguridad del Estado (VSSE) y la militar Servicio General de Información y Seguridad, (SGRS). El informe subraya la falta de coordinación entre estos dos servicios, la ausencia de participación del contraespionaje belga y el desinterés del Consejo Europeo y de los cinco países afectados por las escuchas: España, Alemania, Francia, Reino Unido y Austria.
El informe hace un relato pormenorizado de los hechos, que arrancaron el 28 de febrero de 2003, cuando por casualidad un técnico encargado de reparar una avería telefónica descubrió en una cabina de traducción del Consejo una caja negra ajena a la red oficial. Las pesquisas pusieron al descubierto que se trataba de un aparato ultramoderno de intervención de conversaciones activable desde el exterior del edificio. Iguales aparatos de espionaje se descubrieron en los despachos de los cincos países.
Según el CPCSIS, el Consejo Europeo intentó siempre mantener el asunto al margen de las autoridades judiciales belgas. El primer contacto del servicio de seguridad del Consejo con la inteligencia belga, el 4 de marzo de 2003, "fue acompañado de una recomendación expresa de no advertir a las autoridades judiciales", señala el informe. Solo mes y medio después el Consejo denunció los hechos. A la opinión pública llegaron el 19 de marzo.
Fue la senadora Anne-Marie Lizin, quien preguntó, el 27 de marzo de 2003, "si la empresa Nice estaba involucrada en los dispositivos del Justus Lipsius (sede del Consejo Europeo)". Nice es una empresa israelí que suministra material de escucha telefónica a la policía federal belga. La empresa no aparece mencionada en la investigación pero Lizin no iba mal encaminada. Y este periódico avanzó la pista israelí. Pero fue otra empresa de ese país, propiedad en un 40% del Ministerio del Interior israelí -del que también depende el Mosad (servicios secretos israelíes)- según recuerda el informe, la que atrajo la atención de los investigadores. Se trata de Converse (hoy llamada Verint), empresa que instaló el sistema de traducción en la sede del Consejo. La investigación confirma que los micrófonos estuvieron operativos desde la inauguración del edificio en 1995, es decir, más de ocho años de escuchas ilegales. Los servicios belgas investigaron a cuatro técnicos de Converse (incluso su situación económica y familiar) y en particular a dos que siguieron en Israel cursos de formación técnica. Esta investigación tampoco ha sido concluyente.
El informe lamenta desconocer "la acción adoptada por los servicios de los países occidentales", "las reacciones expresadas por los ministros belgas" y "el seguimiento judicial en curso".
Las escuchas afectaron a España, Austria, Reino Unido, Alemania y FranciaAlguém que foi contemporâneo dele em Coimbra, tinha opinião ainda pior
Gente desta, já temos que chegue!
Mais umas "dicas" que julgo assentarem bem na criatura. Após uma entrevista que deu no NOTÍCIAS SÁBADO' 220 de 27 de Março de 2010, fiquei com a sensação de que realmente sempre foi um "burguesote menino de Família". O que me surpreendeu foi a falta de pudor e crítica com que descreve a sua iniciação sexual com a "CRIADA LÁ DE CASA"!! Estas infelizes "criadas lá de casa" eram oriundas de famílias muito pobres, indo a maior parte das vezes trabalhar que nem escravas para casa dos SENHORES FEUDAIS, até só pela comida (quando não eram os restos), abusadas e iniciadas nestas lides sexuais, que eram consideradas naturais, como diz o poeta : "Não sei se choca, acho que é uma coisa natural por que muita gente passou..."Aqui é uma coisa normal, quase inocente." "A situação é vulgar à época e acontece com a criada lá de casa."
O espantoso, não é o ter acontecido! É o despudor com que estes REVOLUCIONÁRIOS, que parecem ter na alma os genes da defesa do POVO, assumirem estas coisas! É claro, começaram o treino a f....r as criadas lá de casa, continuaram a f.....r os camaradas na guerra e preparam-se para f.....r o POVO. Não está mal, porque julgo que este povo português tem demonstrado nos últimos tempos que gosta de ser f.....dido! Por isso reitero, não está mal visto.
Vou calar-me, porque quando entro nesta senda vicentina, penso que ainda estou no Serviço Militar a falar aos meus camaradas de guerra, enquanto entre duas cervejas e um cigarro ouvíamos, cerca das 21 Horas (?), "RÁDIO BRAZAVILLE". E quem falava, quem? A insultar-nos de tudo! Adivinhem lá, adivinhem! O "montador das criadas lá de casa", que agora nos estava a montar a nós. E bem montados, pois o herói estava bem longe, fora do alcance das nossas mãos.
Pois bem, nós um bando de parolos, ficávamos espantados com tanta coragem democrática do lado de lá. Eu escondia a minha face, se tivesse um passado destes para deixar como herança aos meus filhos e meus netos.
Afinal quem querem eles enganar? Prezo-me por honrar o ADN de todos aqueles que tombaram pela Pátria, que derramaram sangue, suor e lágrimas por este TORRÃO MATERNO de mil anos, desde Vímara Peres (868 dC) até hoje. Sangue derramado, que empapou campos de batalha e se diluiu nas águas dos Oceanos durante séculos e séculos. Preocupo-me com as gerações vindouras, mas venero as do passado, porque o que temos e tivemos de património territorial, artístico, valores morais e éticos, só a Eles devemos.
Esta prosa tem especial significado e relevância no DIA DE PORTUGAL, DIA DE CAMÕES, que pôs em Poesia a nossa História. E se pensam que toda aquela poesia dos LUSÍADAS é ficção, estão bem enganados, porque se calhar ainda muito ficou por dizer!
Agora, era importante que os nossos jovens esquecessem por uns tempos as paranóias e ignorância em que andam envolvidos, e fossem informados que PORTUGAL não nasceu em 1974. Em 1974 começou a ficar moribundo! Vamos lá ver se não morre.
É BOM QUE SE REFLICTA SOBRE O CONCORRENTE QUE NA VIDA E SOBRE ELA... SÓ FEZ PROSA !!...
Além de ter desertado do Serviço Militar...
MANUEL ALEGRE - O SENHOR MONARCA, O TESTEMUNHO, O Dr. que nunca foi.
Privei com Manuel Alegre na Assembleia da República, há alguns anos atrás, não como colega, mas no desempenho das minhas funções de jornalista. Sei de quem falo. Alegre é um aristocrata, tradicionalista, snob, arrogante e hedonista. É o EU que impera na sua vida! Sempre foi. Alegre gosta de se ouvir e tem a sorte de ter uma bonita voz, mas é só isso. Não tem hábitos de trabalho, nunca trabalhou, aliás, tem das mulheres um conceito machista e considera ser o melhor do mundo.
Esteve à frente em guerras importantes no PS, como a da co-incineração porque sabia que isso lhe dava palco, holofotes, luzes e TV. Ele é um homem de palco, onde cultiva a sua elevada auto-estima. Sempre esteve contra o sistema e contra tudo o que fosse difícil, sempre esteve onde estava a vox populi que causava admiração. Ele sabia que só isso lhe daria palco fácil. Ter as luzes sobre si por FAZER, CONSTRUIR coisas difíceis é mais complicado e menos apetecível para um aristocrata que gosta do ouro, da beleza dos salões, da caça e da pesca. Além do mais ele não saberia como fazê-lo. Nunca soube. Optou pelo caminho do " eu nunca me calo". Foi mais fácil, mas também é um caminho pouco honorífico e honroso. Prefiro as luzes que se abatem sobre os que optam por ajudar a construir coisas em Portugal, "metendo a mão na massa", tomando decisões impopulares, mas úteis ao país. Esse não é, definitivamente, Manuel Alegre.
Lanço um desafio: alguém consegue ver Manuel Alegre à frente de uma pasta? À frente de uma Câmara Municipal, a fazer coisas ? Alegre é um oportunista que nunca olhou a meios para se auto-promover. Fala dos instalados da política, mas o que é ele senão um instalado desde 1974? Porque não começa ele a dar o exemplo e dá o seu lugar a um jovem?
Por último, mas não menos importante, o que se pode pensar de um homem que nunca terminou a licenciatura em direito e deixa que o tratem por um título que não possui? Eu, na Assembleia, nunca o tratei por dr. porque não o é, apesar de saber que ele não gostava do Sr., é isso que é. Senhor Manuel Alegre.
Se é que é Senhor..., porque para sê-lo é preciso ter Carácter e Obra.
Miguel A. Fonseca
Advogado
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