terça-feira, 7 de dezembro de 2010

A teia da dívida


Ora aquí temos a teia da dívida na Europa. É, obviamente, uma versão simplificada mas que dá para ter uma ideia.

sábado, 27 de novembro de 2010

Gato por Lebre

Na revista Human deste mês de Novembro vem uma entrevista com Manuel González, um filósofo e Psicólogo espanhol. O que diz o artigo é que que eleitores são seduzidos não pelo conteúdo da mensagem mas pela forma como os políticos falam e apresentam as propostas. Ou seja, as pessoas julgam por "como falam e olham" em vez de analisar o conteúdo da mensagem. Depois desta introdução fala da forma como o Zapatero tem levado o país à ruína. É preciso não esquecer que, quando o Aznar saiu, Espanha tinha superavit e o custo da divida espanhola era inferior à alemã. É assim mesmo, não é engano. Espanha era mais fiável que a Alemanha.

Bom, mapeando para Portugal temos o mesmo problema. De não ser assim, como é que se explica termos um vendedor de banha da cobra, mentiroso compulsivo (o curso, a TVI, etc.), incompetente, como primeiro ministro ? Temos o mesmo problema que Espanha: a justiça nas mãos dos políticos (como esta limpou o rabinho ao Sócrates no caso das escutas), os boys nas grandes empresas por causa dos contactos (na PT, Mota, por exemplo), boys nas empresas que acabam de ter relações com as adjudicações (o caso dos chips, por exemplo), etc. Todos falam mal dos ciganos mas são de certeza mais honrados que esta casta de políticos corruptos que temos.

Temos um sistema político que não permite as Tea Party porque este está reservado aos partidos e os cidadãos só podem participar dentro de estas estruturas corrompidas e corruptoras.

Oiço as pessoas a queixar-se mas ninguém se lembra que votar tem consequências. Se votamos em vendedores de feira (que me perdoem os vendedores de cobertores que são, seguramente, gente honrada), temos o que merecemos, cobertores furados e cheios de traça. Olhem à vossa volta e vejam se não é verdade.

Resumindo, os eleitores são hipnotizados pelas falinhas mansas e não pelo conteúdos da mensagem.

Aqui fica o artigo.

domingo, 21 de novembro de 2010

Frei Fernando Ventura sobre a situação do País

No passado dia 2 de Outubro de 2010, Frei Fernando Ventura deu uma entrevista na SIC Notícias. Não é clarividência, é sentido comum que é o que falta aos políticos corruptos e corruptores tugas e aos que os elegem.

Podem ver aqui o vídeo:

sábado, 20 de novembro de 2010

20 a Química

Na prova do Curso de Química, foi perguntado:
- "Qual a diferença entre SOLUÇÃO e DISSOLUÇÃO?"

Resposta do aluno:
- "Colocar UM dos POLÍTICOS PORTUGUESES num TANQUE DE ÁCIDO para que DISSOLVA é uma DISSOLUÇÃO. Colocar TODOS é uma SOLUÇÃO!"
E completou:
- "Se se Liofilizar, teremos o mais puro Extrato de Pó de Merda do mundo!"

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Força Mário

Só hoje é que me chamaram a atenção para um artigo do Mário Crespo de Dezembro de 2009. Está aqui mas trancrevo-o para ma minha meómria futura. Aqui vai:

O Palhaço

2009-12-14

MÁRIO CRESPO, JORNALISTA

O palhaço compra empresas de alta tecnologia em Puerto Rico por milhões, vende-as em Marrocos por uma caixa de robalos e fica com o troco. E diz que não fez nada. O palhaço compra acções não cotadas e num ano consegue que rendam 147,5 por cento. E acha bem.

O palhaço escuta as conversas dos outros e diz que está a ser escutado. O palhaço é um mentiroso. O palhaço quer sempre maiorias. Absolutas. O palhaço é absoluto. O palhaço é quem nos faz abster. Ou votar em branco. Ou escrever no boletim de voto que não gostamos de palhaços. O palhaço coloca notícias nos jornais. O palhaço torna-nos descrentes. Um palhaço é igual a outro palhaço. E a outro. E são iguais entre si. O palhaço mete medo. Porque está em todo o lado. E ataca sempre que pode. E ataca sempre que o mandam. Sempre às escondidas. Seja a dar pontapés nas costas de agricultores de milho transgénico seja a desviar as atenções para os ruídos de fundo. Seja a instaurar processos. Seja a arquivar processos. Porque o palhaço é só ruído de fundo. Pagam-lhe para ser isso com fundos públicos. E ele vende-se por isso. Por qualquer preço. O palhaço é cobarde. É um cobarde impiedoso. É sempre desalmado quando espuma ofensas ou quando tapa a cara e ataca agricultores. Depois diz que não fez nada. Ou pede desculpa. O palhaço não tem vergonha. O palhaço está em comissões que tiram conclusões. Depois diz que não concluiu. E esconde-se atrás dos outros vociferando insultos. O palhaço porta-se como um labrego no Parlamento, como um boçal nos conselhos de administração e é grosseiro nas entrevistas. O palhaço está nas escolas a ensinar palhaçadas. E nos tribunais. Também. O palhaço não tem género. Por isso, para ele, o género não conta. Tem o género que o mandam ter. Ou que lhe convém. Por isso pode casar com qualquer género. E fingir que tem género. Ou que não o tem. O palhaço faz mal orçamentos. E depois rectifica-os. E diz que não dá dinheiro para desvarios. E depois dá. Porque o mandaram dar. E o palhaço cumpre. E o palhaço nacionaliza bancos e fica com o dinheiro dos depositantes. Mas deixa depositantes na rua. Sem dinheiro. A fazerem figura de palhaços pobres. O palhaço rouba. Dinheiro público. E quando se vê que roubou, quer que se diga que não roubou. Quer que se finja que não se viu nada.

Depois diz que quem viu o insulta. Porque viu o que não devia ver.

O palhaço é ruído de fundo que há-de acabar como todo o mal. Mas antes ainda vai viabilizar orçamentos e centros comerciais em cima de reservas da natureza, ocupar bancos e construir comboios que ninguém quer. Vai destruir estádios que construiu e que afinal ninguém queria. E vai fazer muito barulho com as suas pandeiretas digitais saracoteando-se em palhaçadas por comissões parlamentares, comarcas, ordens, jornais, gabinetes e presidências, conselhos e igrejas, escolas e asilos, roubando e violando porque acha que o pode fazer. Porque acha que é regimental e normal agredir violar e roubar.

E com isto o palhaço tem vindo a crescer e a ocupar espaço e a perder cada vez mais vergonha. O palhaço é inimputável. Porque não lhe tem acontecido nada desde que conseguiu uma passagem administrativa ou aprendeu o inglês dos técnicos e se tornou político. Este é o país do palhaço. Nós é que estamos a mais. E continuaremos a mais enquanto o deixarmos cá estar. A escolha é simples.

Ou nós, ou o palhaço.

sábado, 16 de outubro de 2010

Relatório da Casey Research - A crise acabará numa depressão inflacionária

A coisa assusta mesmo. O pior é que (des)governantes nos mantêm na ignorância porque a verdade causaría graves problemas e ataría as mãos dos governos para o que vão fazer. Assim, quando isso suceder, dirão que não esperavam isto, etc., enfim, as mentiras e manipulações do costume. Mas leiam o relatório que saiu resumido em Libertad Digital.

De todas as formas eu reproduzo-o aqui:

La crisis culminará en una depresión inflacionaria


La salida de la crisis podría venir marcada por un fin de fiesta inesperado y dramático: una escalada inflacionaria de imprevisibles consecuencias pilotada desde los gobiernos, incapaces de pagar lo que deben.


FERNANDO DÍAZ VILLANUEVA

Ya no es un misterio para casi nadie –excepción hecha del Gobierno español– que estamos lejos de salir de la crisis. Es más, casi todos los analistas coinciden en que, tras una aparente mejoría a mediados de este año, más pronto que tarde la economía mundial volverá a hundirse de nuevo en una segunda fase depresiva pero aún peor que la primera. Es lo que se conoce como crisis en W por la forma gráfica que adoptarían todos los principales índices.

El gran enigma es saber si el segundo acto será deflacionario –como el primero– o inflacionario, a imagen y semejanza de las dos crisis que padeció occidente durante los años 70 (crisis del petróleo). La Reserva Federal de EEUU (FED) espera y se dedica con ahínco a ello, a que de la crisis se salga mediante un periodo inflacionario que "limpie la habitación" cancelando deudas a mansalva.

La ecuación es sencilla. Si debemos 1 millón de euros, pero la moneda en la que se contrató el préstamo se devalúa un 50%, al final en realidad tan sólo acabaremos pagando medio millón. De esta forma se produce una destrucción de riqueza que, aparentemente, beneficia a los deudores pero que, en la práctica, termina devastando la economía.

La voluntad política de cancelar deudas mediante inflación es lo que está llevando a todos los analistas a decantarse por un ya inevitable brote inflacionario de imprevisibles consecuencias. El último en predecir el estallido inflacionario que se avecina es el prestigioso Doug Casey, que acaba de publicar un informe en el que da por seguro el brote inflacionario en un momento muy cercano. Entre seis y veinticuatro meses desde el momento presente asistiremos a una revolución de los precios hacia arriba, que es la consecuencia más apreciable (y más ruinosa) de la inflación.

Aunque parezca mentira ésa es la política económica de emergencia que han terminado por adoptar las autoridades monetarias, dependientes, no hay que olvidarlo, de los gobiernos. La guerra de divisas no es más que el trasfondo de una inmensa operación de destrucción masiva de las monedas, especialmente del dólar, que vale menos que nunca.

El presidente de la FED, Ben Bernanke, cual aprendiz de brujo, espera que una vez se haya reducido la deuda la economía se reactive, pero podría encontrarse ante algo inesperado, la más temida de las crisis económicas, el peor de los escenarios: la estanflación, un tipo de crisis en el que al nulo crecimiento económico y la atonía inversora se le unen altas tasas de desempleo y una inflación galopante. Estados Unidos y el mundo desarrollado ya probaron el veneno estanflacionario en los 70 con desastrosas consecuencias.

Esta vez podría incluso ser peor, ya que entonces quedaban ciertos referentes que hoy se han perdido. Las distorsiones que el Estado ha creado en la economía durante los últimos treinta años son de tal calibre que difícilmente terminarán saliendo gratis. En 1973, por ejemplo, año en que estalló la primera crisis del petróleo, hacía sólo dos años que se había cerrado la ventanilla del oro. El dólar se cambiaba entonces a unos 40 dólares la onza y, aunque no hacía más que depreciarse, la boya seguía a la vista porque estaba muy cercana en el tiempo.

Por aquel entonces los Estados Unidos disfrutaban de un generoso superávit comercial, es decir, no importaban todo de todas partes a cambio de billetes verdes como vienen haciendo desde hace un par de décadas. Los mercados financieros no estaban tan sobrerregulados como hoy en día y mostraban mucho más acertadamente la situación real de la economía. Por último, lejos de mantener sine die los tipos de interés artificialmente bajos, se dejaron subir, encareciendo con ellos no sólo el acceso al crédito, sino el pago de la deuda soberana, por lo que los gobernantes se lo pensaron mucho más a la hora de contraer nuevas cargas en forma de gasto público.

El escenario hoy es el inverso. Los 31 gramos de oro puro necesarios para fundir una onza valen casi 1.400 dólares, el Gobierno de Barack Obama cuenta con el dudoso privilegio de tener la mayor deuda pública de la historia del país, y los tipos son tan bajos que el dinero no cuesta nada.

De la crisis de los 70 se salió desrregulando la economía y bajando impuestos, pero la serpiente ya había puesto el huevo y empezaba a incubarlo. Conforme la Unión Soviética, el bloque del este y sus experimentos sociales se iban al garete, los gobiernos occidentales, animados por la bonanza, empezaron a gastar más y a hacer crecer el tamaño del Estado hasta los desmesurados límites actuales.

Todo este gasto fue posible gracias a las mejoras de productividad que permitió la revolución tecnológica y, sobre todo, a grandes cantidades de dinero de nueva creación. El manejo a discreción por parte de la banca central de los tipos de interés llevó a la creación de grandes cantidades de dinero vía crédito barato. La consecuencia es que llevamos veinte años viviendo por encima de nuestras posibilidades, es decir, gastando mucho más de lo que producimos. Y esto es insostenible en el tiempo.

Los últimos años, los de la burbuja inmobiliaria, corresponden al periodo barroco de esta era dorada del dinero fiduciario y la expansión crediticia sin límite. Al final el modelo colapsó en 2008 como un castillo de naipes. Por una razón la mar de simple: es imposible mantener nuestro creciente nivel de vida con nuestro decreciente aporte productivo. No es casualidad, por ejemplo, que las empresas tecnológicas deslocalicen sus departamentos de ingeniería a la India. No es que los indios sean más listos, es que hacen el mismo trabajo por menos dinero.

Por esa razón nos hemos endeudado todos. La deuda no es otra cosa que traerse riqueza del futuro, riqueza aún no creada que, presumiblemente, en algún momento futuro tendrá que generarse para amortizar lo prestado. Desde que estalló la crisis los factores están volviendo a ajustarse de un modo natural. Los salarios están bajando y las jornadas de trabajo aumentando. Eso siempre y cuando ciertos privilegios laborales no lo impidan, ya que en ese caso el empleo se ajusta destruyéndose, que es lo que, en última instancia, está pasando en mercados laborales rígidos como el español.

Por esta razón, para facilitar la autorregulación del sistema, los gobernantes deberían abstenerse de intervenir, pero están haciendo exactamente lo contrario, manteniendo con respiración asistida a sectores quebrados, subiendo impuestos y encorsetando aún más la economía.

Todo ese dinero lo obtienen los gobiernos de pedirlo prestado en el extranjero, es decir, financian gasto presente con ahorros de fuera, de nuevos y más duros impuestos o, directamente, monetizando deuda con el concurso entusiasta de, una vez más, los bancos centrales. El hecho es que al final no se ajusta nada, pero la deuda crece, al menos la soberana. La otra deuda, la privada, no lo hace porque nuestro poder de compra está basado en el crédito. Quienes lo conceden son reacios a seguir haciéndolo alegremente y, como es lógico, a estas alturas las expectativas de un futuro brillante en el que podrán afrontarse todas las cargas se han diluido.

En resumen, los individuos y las empresas están devolviendo lo que deben y eso provoca deflación, esto es, se valora menos la unidad monetaria y como consecuencia los precios bajan. En una economía tan apalancada como la actual es difícil que los agentes económicos vuelvan a pedir prestado, al menos en cantidades significativas. Este escenario, tan parecido al que Japón lleva padeciendo veinte años, es el que ha presidido la crisis desde hace algo más de dos años.

Pero como los estados se han negado en redondo a ajustarse e insisten –con Obama y Zapatero a la cabeza– en supercherías keynesianas de estímulo de la demanda, cabe la posibilidad (cada vez más plausible) de que llegue el momento de que los gobiernos encadenen suspensiones de pagos. En ese momento la única salida para evitar las quiebras soberanas sería devaluar la moneda vía inflación y zanjar el problema pagando menos de lo que se pidió. Este es, probablemente, el camino que tome la economía en los próximos dos años, según el citado estudio.

Los peligros de esta vía de escape inflacionaria son evidentes, pero van cada vez quedando menos alternativas. Los tipos de interés, por ejemplo, siguen bajos, pero sólo para que los gobiernos puedan devolver lo prestado a un tipo anormalmente bajo.

Estarán en ese nivel hasta que los políticos empiecen a utilizarlos como medida para frenar los espasmos inflacionarios. Es muy posible que entonces ya se les haya ido de las manos y nos encontremos ante un panorama espantoso de precios altos, divisas destruidas, desempleo y nulo crecimiento. Podría ser el último gran experimento y el verdaderamente necesario para acometer las reformas imprescindibles para que el sistema capitalista, y la libertad económica que lo acompaña, perviva.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

A TAP e a TAP

A semana passada estive em Roma durante uns dias para acabar com as férias que ainda tinha. Como tinha milhas a caducar, pedi um bilhete com milhas e em business. Mala com etiqueta de prioridade, etc. Prioridade foi mas para perder a mala. Cheguei a Roma e da mala, nada. Ninguém sabia onde estava. Total displicência das pessoas que preenchiam as reclamações em Roma mas lá acabaram por fazer a reclamação. No dia seguinte liguei para saber notícias, ninguém atendia. Lá tive que ligar para Portugal. A mala tinha sido encontrada e era entregue no hotel essa tarde. Digo eu, quando uma pessoa viaja em business e paga muito mais dinheiro por esse privilegio (as milhas neste caso dão o mesmo privilégio), não deveria haver um cuidado especial com a bagagem ? Parece que não, chega a bagagem de turista mas perde-se a de business. Bem para a TAP.

Mas por falar na TAP. Saiu no jornal Sol de 1 de Outubro de 2010 a noticia de um passageiro que foi detido por filmar a bordo. Resumindo, o que se passou foi o seguinte. Os passageiros foram informados, ainda em Lisboa, que, devido a uma greve, o voo estava assegurado com uma tripulação mínima e que, por causa disso, os passageiros tinham que se dirigir à parte traseira da cabine para levantar o tabuleiro com a comida. Está visto, confusão, empurrões, etc. Este passageiro pegou no iPod e filmou a cegada. Depois comentou o que todos viram e até a tripulação estava de acordo com ele. Tanto que até lhe proporcionou uma caneta para fazer uma queixa ao que ele respondeu que não era necessário já que tinha filmado a cena. E a coisa ficou por aí.

Quando chegaram a Londres viu entrar a policia com a comandante que lhe disse que era proibido filmar a bordo e perguntando-lhe se queria denegrir a imagem da TAP. Os policias viram que o filme não constituía nenhum problema de segurança. Diz a a comandante que não lhe disseram nada nem o antes porque ele se podia tornar violento.

Quando voltou participou o caso à TAP e ao INAC. A TAP, como sempre, deu a calada por resposta até que o jornal a interpelou. Expressaram o desapontamento pela atitude da comandante. O INAC disse que o regulamento prevê uma proibição que depende de cada operadora mas que implica sempre uma comunicação previa aos passageiros, algo que não sucedeu por parte desta comandante.

Antes de ser libertado teve que entregar o iPod à comandante que só lhe devolveu o aparelho três semanas depois e por correio sem nenhum dos filmes que tinha lá e que não tinham nada que ver com este “incidente”. Está, e bem, a ponderar uma queixa-crime contra a TAP. Depois esta que se encarregue da comandante.

Não sei se repararam no artigo antes do substantivo comandante, “a”. Já sei que posso vir a ser apelidado de muitas coisas mas parece-me que:

1. a confusão a bordo do avião é, em ultimo caso, responsabilidade do comandante que detêm o poder. Ou seja, a confusão criada com os tabuleiros é da responsabilidade da comandante.
2. Para denegrir a imagem da TAP está a atitude da comandante assim como o artigo no jornal Sol provocado por ela.
3. Esta senhora chega a um colectivo dominado por homens e quer demonstrar que sabe ser firme, que sabe agir como qualquer homem. O que não sabe é exercer o poder e perde o controle, precisamente o contrário do que pretendia. Parabéns minha senhora.
4. Dirigiu-se ao passageiro, que, aliás, lhe paga o mais do que generoso e, pelos vistos, imerecido salário, com agressividade e prepotência. Bem para quem que ter e demonstrar calma nas situações mais difíceis.

Esta senhora fez um fraco favor às mulheres ao actuar desta forma e não devem faltar homens comandante a agradecer-lhe a atitude.. Só lhe faltou chorar e ter um ataque de histeria. A verdade é que, se tiver que voar com esta comandante, não vou sossegado já que, numa situação normal, perdeu os nervos e o controle. Imaginem numa situação de crise. Tenho a certeza de que se tivesse chamado o passageiro à cabine, lhe tivesse explicado a situação e lhe pedisse para apagar o filme ou não o publicar na internet, este poderia ter acedido de boa vontade. Ao agir da forma como agiu, foi ela que denegriu a imagem da TAP que, diga-se de passagem, não necessita ajuda para esse fim.